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quarta-feira, 12 de março de 2014

PRESID'ANTA SOFRE NOVA DERROTA.

COMENTA O INDIGNADO:
Planalto bate o pé e faz 'beicinho'. Resutado: levou chumo grosso.

O 'blocão' de deputados que emparedou o governo Dilma

Sem diálogo nem interlocutores com o Congresso, governo está às voltas com um grupo de deputados que decidiram se unir em pleno ano eleitoral

Marcela Mattos, de Brasília
Eduardo Cunha se reúne com os líderes de sete partidos da base governista
SEMPRE ELE – Eduardo Cunha reúne líderes dos partidos: dor de cabeça para o Palácio do Planalto à vista (Sergio Lima/Folhapress)
Em um ano que será tomado por eleições e pela realização da Copa do Mundo no Brasil, o que fatalmente se refletirá em produtividade quase nula no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff ganhou uma nova – e nada agradável – novidade em sua desarticulada base parlamentar: oito partidos anunciaram a formação de um "blocão", com 242 deputados (47% da Câmara). Das oito siglas que compõem essa massa parlamentar – PDT, PSC, PP, Pros, PMDB, PTB e PR –, somente o Solidariedade é assumidamente de oposição. Porém, a movimentação partidária alarmou o Palácio do Planalto, que agora poderá ser pressionado a negociar a aprovação dos seus projetos com um grupo que detém metade dos votos da Câmara. A esse cenário desfavorável, soma-se a inabilidade dos articuladores políticos do governo, com a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) à frente, em dialogar com o Congresso, palco de sucessivas rebeliões.
Embora ainda não tenha destacado um líder para assumir a linha de frente do bloco, o principal articulador do grupo é uma antiga pedra no sapato do governo: o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O parlamentar já escolheu suma primeira batalha: derrubar o projeto do Marco Civil da Internet. Com cinco ministérios, o PMDB também está insatisfeito por não ter ganhado mais espaço no governo nas mudanças feitas por Dilma até agora.
Ainda restam dúvidas sobre o real potencial da associação de siglas: a fidelidade do grupo não foi testada em nenhuma votação nem ficou determinado quanto tempo as legendas atuarão em conjunto – uma possibilidade, por exemplo, é que o governo libere verbas represadas de emendas parlamentares em ano eleitoral para acalmar os ânimos. Outro ponto ainda sem resposta é o grau de envolvimento de um partido de oposição em um grupo de parlamentares cujos partidos deverão apoiar a reeleição de Dilma. “Eu sou o incendiário”, resume o líder do Solidariedade, Fernando Francischini (PR). No próximo dia 11, o grupo vai se reunir para discutir projetos comuns e levá-los à votação.
De olho na reeleição, também irrita os parlamentares o isolamento das ações organizadas pelo Planalto. “Nós estamos aqui votando, aprovando matérias do governo, mas nenhum ministro nos recebe. Eles enviam bilhões para o nosso Estado, discutem a seca que o assola, mas não escutam e nem convidam o Congresso. Somos substituídos por técnicos”, desabafa o líder do Pros, Givaldo Carimbão (AL). “Eu sou constantemente cobrado. Os deputados do partido reclamam que estão sendo atropelados. Eles querem mostrar resultado, chegar lá na ponta, mas não conseguem”, complementa o líder do PR, Bernardo Santana (MG). “O que dói em um, dói em outro”, resume o líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes (GO).
Há um mês, Dilma designou seu novo homem forte do governo, Aloizio Mercadante (Casa Civil) para tentar realinhar a relação com o Congresso. No primeiro contato direto, porém, fracassou: ao lado de Ideli e do vice-presidente, Michel Temer, que exerce o papel de apaziguador da bancada do PMDB, Mercadante errou o tom. Ao tentar recuperar o apoio, afirmou aos deputados do “blocão” que a recondução da presidente estava consolidada e que os deputados deveriam "tirar foto com a Dilma”. A ação só piorou os ânimos.
Petrobras – A estreia do “blocão” aconteceu na última terça-feira. Diante das denúncias de que a Petrobras recebeu propina para favorecer contratos de uma empresa holandesa, conforme revelou VEJA, os deputados se articularam para apurar o caso com a criação de uma comissão externa. O governo ainda tenta abafar o problema e, na Câmara, trabalhou para retirar a proposta de pauta. Mas não obteve sucesso: o requerimento foi rejeitado por 261 votos a 80. O "blocão" ganhava seu primeiro round.
“Nós derrotamos o governo. O resultado político já foi obtido. Enquanto não votarem a criação de uma comissão externa, vou obstruir a pauta. Ou vota isso ou não vota nada”, afirmou Eduardo Cunha.
Acuado, o Planalto teve o apoio do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Ao final do prazo regimental para a votação da matéria, Alves não pautou novamente o tema e empurrou a votação para o dia seguinte – uma quarta-feira esvaziada por causa do feriado de Carnaval. Sem quórum, a votação foi remarcada para o próximo dia 11.
Depois da trapalhada no primeiro contato, Mercadante procurou individualmente os líderes dos partidos para ouvir as demandas e tentar aplacar os ânimos. Além disso, doze ministros, entre eles Aguinaldo Ribeiro (Cidades) e Francisco Teixeira (Integração Nacional), foram escalados para ouvir os deputados depois do Carnaval. Eles farão uma espécie de “plantão” na Câmara – algo inédito na gestão Dilma. 
O governo também estuda montar um cardápio de pautas de apelo popular que podem ser aprovadas ainda neste ano. Para isso, precisa retirar a urgência de cinco projetos prioritários do Executivo que impedem a votação de outras matérias – começando pelo Marco Civil da Internet. A partir daí, o "blocão" poderá até ser dissolvido. Mas, para um governo que nunca se empenhou em manter diálogo com o Congresso, o recado dos deputados foi dado.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

...E O BRASIL VAI BEM OBRIGADO!!!!



COMENTA  O INDIGNADO:
O Brasil vai viver momentos inesquecíveis. Quem viver, verá!!!
A notícia abaixo é estarrecedora.
NOVO ESCÂNDALO POLÍTICO VAI ESTOURAR A QUALQUER MOMENTO!!! 
FALTA O TSE SE PRONUNCIAR!

Agora, só falta um Roberto Jefferson da vida, pra colocar a boca no trombone, por também se sentir fraudado e prejudicado.
A "manipulação" do sistema de votação ( software ) da urna eletrônica, desenvolvido ( ultrassecretamente ) nos laboratórios da Tecnologia da Informação (TI) do governo, visando a adulteração do resultado do pleito de Outubro de 2010, para garantir a eleição de uma determinada CANDIDATA de preferência do establishment sócio-político dominante atual do Brasil, foi denunciado e rapidamente abafado na época.
Hoje, esse projeto secreto, conhecido no submundo petista como "Milagre da Multiplicação dos Pães" ou, em resumo, "3 pro nobis, 1 pro vobis", está pronto para ser usado novamente e, se destina, através de um programa fraudulento e malicioso, previamente inserido no chip do computador, que programa as urnas antes da operação, chamada pelos técnicos, de "inseminação das urnas", a computar sempre - para determinada candidata - 3 de cada 4 votos digitados, independentemente de quem seja o candidato da preferência do eleitor, voto em branco e voto nulo, também estão programados para assegurar a eleição da Dilma já no 1º turno.   Mensalão? Ora o Mensalão!

Lula e Dilma tudo fizeram para que as prisões do mensalão fossem feitas agora e, NÃO em 2014, para não prejudicar o "processo de adulteração das urnas", já pronto para funcionar na eleição presidencial, para governadores, senadores, deputados federais etc.  

TSE Pronuncie-se!   

Pasme! 

A situação se agrava muitíssimo pelo fato do TSE NÃO permitir que os partidos políticos tenham acesso aos softwares do sistema eleitoral brasileiro instalado nas urnas eletrônicas e nos que são usados na totalização, em parte preparados pela Agência Brasileira de Informações (ABIN) através de um órgão chamado CEPESC - especializado em criptografia - que ajuda o TSE desde os tempos do falecido SNI.  Tudo acertado direitinho para que não haja transparência e credibilidade no sistema eleitoral. 
Silenciosamente... 
Detalhadamente... 
Legalmente....... 
Não permitir a auditoria é uma evidência clara da fraude!

Agora, imaginem só: Se a máfia do governo está se lixando pro TSE, passando por cima de suas decisões com o totalitário rolo compressor do PT, com a estapafúrdia e escancarada antecipação da campanha eleitoral, o que o impediria de lançar mão de mais essas e outras maracutáias do seu vasto e infindável repertório de sujeiras, escândalos, maldades e ilegalidades, para se garantir no poder por mais quatro anos? 

Dopar softwares, adulterar programas, corromper sistemas de apuração? Isso é pouco!...  TSE, mostre sua cara e prove que tudo isto não é verdade...

Paralelamente, está sendo programada pelo PT, uma maciça produção de cartazes, bandeiras, faixas e galhardetes para inundar as cidades brasileiras (principalmente nos municípios mais pobres do interior), no dia da eleição (boca de urna, voto-cabresto, vale-voto etc.), com a contratação (por R$ 30,00/pessoa) de milhares de beneficiados dos bolsa-família, bolsa-isso, bolsa-aquilo, de modo a dar a impressão da confirmação do resultado das urnas eletrônicas viciadas, preparadas, fajutadas.
TSE, cadê você?

Você pensa que essa é uma patrulha antipetista? 

Então vá à página do Google e digite as palavras:



Urna Eletrônica Fraude 

Clique em Pesquisar.
Está lá, escancarado! 

Só não vê quem não quer ou está satisfeito, porque está tirando proveito da situação. 

Nossa esperança é que alguém do "stablishment" sinta remorso por estar traindo o país inteiro e acabe dando com a língua nos dentes e divulgando as provas... 
 TSE, "PROVE" que nada disto é verdade e, dê transparência e credibilidade ao processo eleitoral eletrônico.
Para estabelecimento da verdade, será necessário que, no dia da eleição ou antes, algumas urnas sejam "sequestradas" para serem periciadas por um laboratório confiável, e a fraude seja desmascarada? 
Por que não um laboratório internacional?  
Algum receio?  

O TSE, precisa mostrar, para o mundo da informática, que nossa votação eletrônica é a melhor e mais confiável do planeta, inclusive, fazendo com que todos adotem o "sistema tupiniquim" de eleições em seus países...
Seria uma oportunidade de exportar tecnologia!
Alguma coisa ainda vai acontecer, porque Deus (este sim) é grande!

  A conferir, entre outros, nos sites:

 Leia também:
Acorda Brasil !  
Um famoso programador de software, confirmando a notícia abaixo, afirmou que não somente as urnas podem ser modificadas, mas principalmente o software de totalização final dos votos pode ter sido manipulado por mini-equipe de informática, com apoio cubano / russo, para modificar a contagem de votos, trocando votos de outro candidato, para votos para Dilma. 

É importantíssimo salientar que absurdamente, NINGUÉM fiscaliza as equipes de informática e de manutenção do software do Tribunal Superior Eleitoral. Não há auditorias que gerem confiabilidade nas urnas e no sistema de apuração de votos.  Não é de hoje que se fala em adulteração de contagem de votos.  O TSE tem obrigação de fazer seu papel e, garantir transparência e confiabilidade no sistema de votação e apuração de votos no Brasil...
 É por isso que o governo está desesperadamente divulgando, a cada noticiário, os dados manipulados das estatísticas de intenção de voto, dizendo que a Dilma já tem mais do que 50% dos votos.  A mentira e a fraude tem que ser preparada com antecedência. Segundo as técnicas do PT, uma mentira repetida muitas vezes vira verdade e prepara para a surpresa da vitória manipulada nas urnas.

Assim, ninguém vai se espantar nem questionar quando o resultado da eleição for divulgado.